Comer bem para obter muitos anos de vida

Bons hábitos praticados desde cedo contribuem para o bem-estar na terceira idade - mas nunca é tarde para adotar um estilo de vida saudável

Alimenta-se de maneira equilibrada é virtude que, quando desenvolvida desde os primeiros anos de vida, faz toda a diferença na terceira idade. Nunca é tarde demais, contudo, para adaptar-se o tamanho e o conteúdo dos pratos às reais necessidades do corpo.

As perdas de funcionalidades acontecem em praticamente todos os sistemas biológicos ao longo do processo do envelhecimento. Diminuição da sencibilidade no paladar, redução da produção de enzimas digestivas e problemas no trato intestinal figura, entre essas alterações. Estudos recentes têm sugerido, ainda, que o envelhecimento está relacionado à diminuição da capacidade da pessoa em regular sua ingestão de alimentos.

Quanto maior a idade, de fato, menor a necessidade de calorias no prato, uma vez que o ritmo de atividade do idoso é menor. Além disso, deve-se levar em conta que a porcentagem de gordura corporal aumenta com o avançar dos anos, o que pressupõe atenção redobrada com a balança. Comer menos, porém, implica um problema: embora demande menos calorias, o organismo do idoso precisa, mais do que nunca, dos micronutrientes dos alimentos, como vitaminas, cálcio e ferro.

Adultos mais velhos precisam consumir mais água, para evitar riscos de constipação do intestino e de desidratação - ocorrência comuns na terceira idade.

A alimentação do idoso não guarda grandes diferenças em relação à do adulto jovem. As regras são as mesmas que pautam o conceito de refeições balanceadas: controlar o consumo de sal, açúcares, gorduras, carnes, álcool e cafeína: privilegiar ingredientes frescos e variados; e, sobretudo, fazer de cada refeição um ritual prazeroso, de preferência dividido com pessoas de quem se gosta.

Fonte: Folheto Alimentos e Nutrição, com edições.

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