Sergio Moro, o pré-candidato do Podemos à Presidência da República, perdeu nessa 3ª feira um processo na Justiça contra o canal Terça Livre que solicitava a remoção de um vídeo no canal do ex-site no youtube.
O vídeo foi publicado pelo Terça Livre no dia 29 de julho de 2020. Já a ação, foi movida em 16 de agosto do mesmo ano, com o título “O PT quer derrubar André Mendonça?”.
Moro alega que o vídeo é “ofensivo à honra e à imagem do autor”, porém na ação, o juiz Pedro Ivo Lins Moreira, da 10ª Vara Cível da Comarca de Curitiba, julgou o recurso improcedente. O juiz da mesma forma confirmou que Moro assuma com os despesas de honorários advocatícios do Terça Livre.
De acordo com Sérgio Moro, o vídeo do Terça Livre publicado pelo jornalista Alan dos Santos, expõe “fake news” contra ele. O ex-ministro, da mesma forma, cita “críticas descabidas”.
Num trecho do “Boletim da Manhã” de 29 de julho, o apresentador Fernando Melo diz que Moro “se tornou grande articulador dessa operação do Judiciário e da polícia” supostamente criada contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL). É dito pelo canal ainda, que Moro como ministro, proporcionou o estabelecimento em Brasília de “um poder paralelo”.
Depois da exibição do Terça Livre, e do canal do youtube consequentemente tomar nota, o vídeo citado foi removido da plataforma. O que ocorreu somente 1 ano depois da ação movida pelo ex-juiz federal. A vídeo prossegue no ar pelo canal do deputado Eduardo Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).